23 junho 2012

DEFENDER E ATACAR... COM CRITÉRIOS


Após pararmos para um tempo de reflexão sobre alguns acontecimentos, leituras, jogos e meditação, “cá estamos”, como dizem nossos amigos portugueses, novamente a gerar polêmica e paixão aos nossos seguidores e pseudo-seguidores. Desmotivados? Não, nunca! Apenas ficamos no “silêncio” para observar e escutar. E neste tempo de afastamento percebemos uma questão clara: temos que respeitar quem nos respeita e quem critica com embasamento!
Tentamos ao máximo atrair seguidores, muitas vezes até passando demasiadamente das críticas, mas não vendendo nossa “alma do treino” para os interesses pessoais. Como já se sabe, temos aqui o interesse exclusivo em transmitir o que temos estudado. Estudar realmente é o que falta para muitas pessoas que criticam sem nenhum conhecimento de causa a metodologia de treinamento que defendemos. Não basta apenas ler uma tese, artigos, assumir o comando de uma equipe qualquer e sair por aí a falar “asneiras”. É preciso sempre mais. Quem nos conhece sabe do que nos referimos. Defendemos aqui uma metodologia que possui fundamentação científica que transcende a própria ciência, e como já citamos aqui, é impossível de se fazer aferições e inferências devido a batelada de dimensões pertencentes ao futebol. Repetimos aqui o que já escrevemos: é uma questão metafísica. Em sua concepção clássica, os objetos da metafísica não são coisas acessíveis à investigação empírica, ao contrário, são realidades transcendentes que só podem ser descobertas pelas luzes da razão.
Respeitamos todas as metodologias, mas defendemos a nossa, e os argumentos estão em postagens anteriores. E são nestas que deixamos claro o que pensamos sobre esse complexo-sagrado treino-competição, gostem ou não, agrade ou não, nossa filosofia aqui é dirigida para pessoas com poder de transcendência, e não para quem quer transcender.
Aos críticos das nossas convicções, respeitamos, mas devem argumentar com propriedade: a maior ignorância é o atrevimento. Sim, o atrevimento de escreverem coisas sem sentido e ultrapassadas, deprimentes até. Escrevem, escrevem, escrevem, escrevem, criticam, escrevem, e não transmitem nada! Como os senhores sabem, temos convicções claras a respeito do processo de treino-competição, e acreditamos que se não tivéssemos isso “bem definido” viraríamos “zumbis” do treino. Vocês sabe como se chama a nossa convicção? E a sua como se chama?
Quanto ao nosso futebol, nossa belíssima seleção brasileira está sendo muito lembrada após sua série de jogos. A grande maioria afirmou “o bom futebol está de volta ao nosso favor”. O que viram de tão diferente? Não sabíamos que uma pressão em bloco alto fosse gerar tantos comentários, muitos como sempre frívolos. Em nossos campeonatos nacionais, nada para inspirar. O que está nos inspirando é a Euro. O som anterior ao jogo da Alemanha vs Holanda, do ex-produtor do Pink Floyd, determina um pouco o panorama da competição europeia. Um futebol com relações, interações, coletividade e bom gosto, estilo Pink Floyd. Enquanto neste solo, escutamos músicas antes dos jogos que nem podemos chamar de “música”, e quando a bola rola então... um grande mau gosto que segue implacável!!!
Senhores, para fecharmos, nos perguntamos: Por esse solo, ter uma opinião e defender uma visão é uma convicção ou uma desilusão?.
O jeito é navegar ao som do Pink Floyd...
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5 comentários:

  1. Pensei que já tinha desistido,força para continuar essa GRANDE luta.
    Abraço deste vossos leitor Rui Bento.

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    1. Jamais desistiremos caro Rui Bento! Eu (Dênis) e o Rodrigo agradecemos todo o apoio! Um abraço!

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  2. Não Rui... Ficamos um tempo ausentes apenas para estudarmos mais sobre o assunto e refletirmos para obtermos uma evolução. Jamais iremos desistir. Obrigado pelo incentivo! Grande abraço

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  3. Só critica aquele que desconhece o novo, é a insegurança de não evoluir na velocidade do futebol!

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  4. É exatamente isso Lucas Vinicius...Ninguém tem a necessidade daquilo que não conhece (Vitor Frade)

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